De 16 a 19 de março
A CHAPADA DOS GUIMARÃES
A Chapada é a “cereja do bolo” e o
principal motivo da nossa viagem. O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães,
com 32.630 hectares, situado entre as cidades de Cuiabá e a de Chapada dos
Guimarães, abriga belas paisagens e inúmeras atrações para deleite dos viajantes
e aventureiros, embora ainda deixe muito a desejar em matéria de
infraestrutura.
Deixamos o Malai Manso Resort após o café da
manhã e seguimos pela rodovia MT-251 em direção à cidade de Chapada dos
Guimarães, e já fomos aproveitando o deslocamento para ver algumas atrações. Ao
longo da estrada vimos vários balneários com estruturas de lazer aproveitando
os rios Mutuca, dos Peixes, da Paciência e Coxipó. E a partir de um determinado
ponto fomos margeando os enormes paredões de pedra vermelha recortados que
caracterizam a Chapada.
Antes de chegarmos na cidade propriamente
dita, passamos pelo Mirante Alto do Céu,
muito bem montado, que fica em uma propriedade privada e cobra R$ 20,00 pp,. Você
tem que sair da estrada principal e se dirigir à margem do penhasco, em uma estrada de terra, após as instalações do radar do CINDACTA I da FAB. As
indicações na estrada são muito falhas – as placas citam as atrações, mas não
mostram com precisão onde se localizam. Nesse mirante você tem uma linda vista
do vale até Cuiabá, e segundo eles nos dias bem claros, até o Pantanal.
Depois seguimos para o Rest. Morro dos
Ventos, ao lado de outro mirante com o mesmo nome, onde almoçamos uma comida regional muito boa chamada de “Costela
da Graça”, uma espécie de “carreteiro” de costela com repolho, e depois vimos a
vista do vale.
Outro ponto a visitado foi o Mirante –
Centro Geodésico da América do Sul - a 8 km da cidade de Chapada dos Guimarães,
é acessado pela Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), sentido Campo Verde. A vista
panorâmica a 845 m de altitude é belíssima e, em dias de céu límpido, é
possível ver a cidade de Cuiabá, que fica a cerca de 30 km em linha reta. A
vista noturna, sobretudo nos meses secos, é deslumbrante. O Mirante é
considerado o Centro Geodésico da América do Sul, sendo equidistante do Oceano
Pacífico e do Oceano Atlântico.
Então seguimos para o nosso hotel, Pousada
Penhasco, para programar nossas atividades nos próximos dias. Contratamos a
guia Joana D’Arc para o passeio na Cidade de Pedra e jantamos no próprio hotel.
O hotel fica na beira do penhasco e tem uma bela vista que descortina todo o
vale. É muito bom – tem sauna, piscina, quadras de esporte, restaurante etc. O
quarto é amplo, limpo, tem TV, frigobar e boa internet. Mas é bem caro!!!
As atividades na Chapada são trilhas no
parque para ver cachoeiras – Circuito das Cachoeiras (7 km), trilha pelo Vale
do Rio Claro (15 km) , trilha ao morro São Jerônimo (20 km), visita à Cidade de
Pedra e outras. Exceto pela trilha às cachoeiras Véu de Noiva (1,2 km ida e
volta) e dos Namorados +Cachoeirinha (2,2 km idade e volta) que você pode fazer
sozinho, todas as demais atividades devem ser feitas com guia. No site www.chapadamt.com.br é
possível contratar um guia e agendar os passeios, bem como obter informações
sobre as atividades, hospedagem, restaurantes, etc, no Parque e na cidade.
Além das atividades no Parque também há
algumas atividades de trilhas e cachoeiras fora do parque, em propriedades
particulares, passeios de bicicleta, banhos de rio nos balneários, etc.
Nosso primeiro dia então foi uma visita à
Cidade de Pedra, umas formações rochosas em uma área do parque no distrito de
Água Fria. É a atração mais emblemática da chapada pois dali se descortina os
paredões de 350-400 metros de altura. A atividade precisa ser acompanhada de um
guia e ser feita com carro 4 x 4 e como o nosso é, não foi problema. Após andar
numa estrada até a entrada do parque por cerca de 10 km, paramos o carro e
caminhamos até a beira do penhasco por entre uma vegetação de cerrado. Há
alguns mirantes de onde se vê as paredes e o vale e se consegue fazer belas
fotos. A caminhada de ida e volta tem cerca de 2 km e é bem tranquila. Nossa
guia era uma moça bem simpática – Joana D’Arc -
e nos cobrou R$ 200,00 pelo serviço.
No retorno para a cidade paramos em uma lojinha que só vende mel de abelha e produtos afins. Tudo de bom!!!
Depois
de almoçar na cidade, no restaurante Pomodori Trattoria, uma mistura de
italiano c/ regional, com comida razoável e preço OK, saímos para conhecer duas
cachoeiras no circuito fora do parque.
A
primeira foi a Cachoeira do Marimbondo- caminhada 200 m com descida íngreme. A
cachoeira é bonita, mas o poço para
banho é feio. Eles cobram uma taxa de R$
10,00, mas idoso não paga.
De lá seguimos para a Cachoeira da
Geladeira, um pouco adiante, que tem esse nome devido às suas águas frias. Tem
uma caminhada de 510 m, sendo 200 em descida moderada. A cachoeira é bem bonita
e boa para banho. Não é tão fria quanto dizem - as de Pirenópolis são muito
mais geladas.
Depois voltamos para o hotel e ficamos na
piscina e sauna programando o próximo dia.
O programa do último dia seria uma
caminhada nas cachoeiras do Parque sem guia – Véu de Noiva e Namorados. Quando
chegamos ao Parque ele estava fechado, pois devido à pandemia de coronavírus
havia uma ordem do ICMBIO para fechamento de todos os parques devido à
quarentena.
Com isso, nossa programação estava
prejudicada e então voltamos ao hotel e decidimos iniciar nosso retorno à
Brasília. Como sempre dividimos às tarefas entre o casal: enquanto um arrumava
rapidamente as malas, o outro reprogramou o retorno quanto às reservas de hotel
e o trajeto.
Com isso, saímos do hotel por volta das 10:30
e seguimos para Barra do Garças onde chegamos por volta das 16:00. Dessa vez
nos hospedamos no Odara Hotel. Um hotel maior e melhor, porém mais antigo e
precisando de uma reforma para modernizá-lo. Ficamos um pouco na piscina para
relaxar e jantamos no próprio hotel. Optei por um filé de pintado ao molho de
moqueca com risoto de banana da terra que estava maravilhoso! Surpreendente
encontrar esses pratos assim em locais inusitados. A cama era bem mais
confortável do que a do outro hotel!!!
No dia seguinte, seguimos para casa onde
chegamos às 17:30. Dessa vez viemos pela estrada de Goiânia, que era duplicada
desde Goiás Velho até Brasília, contudo se perde muito tempo para cruzar a
capital Goiânia.
Mais um objetivo conquistado e mais um
pouquinho desse lindo país visitado e conhecido. Agora, programar outras
viagens!!!!




















































































Lugar maravilhoso! Fui à Cuiabá,a trabalho do Município do RJ, e, tive a oportunidade de conhecer a Chapada. Fiquei impressionada!!! As fotos ficaram ótimas. Hotéis muito bonitos. Natureza incrível. Uma surpresa esse Brasil!!! Parabéns por mais essa viagem!
ResponderExcluirMagníficas fotos, belas postagens e textos muito elucidativos. Cumprimentos ao casal!
ResponderExcluirObrigado amigo!
ExcluirAproveitem.
ResponderExcluirObrigado por compartilharem momentos tão especiais.
Que sejam dias de regozijo, paz, reflexão e alegria de viver!
Beijão ao casal.
Amo vocês.