Embora fosse factível fazer os 1.075 km até
a Chapada dos Guimarães em um dia, achamos que isso seria muito cansativo e
estressante, uma vez que não conhecíamos a estrada, suas condições, locais de
parada, etc. Então optamos por deslocar até Barra dos Garças, pernoitar, e de lá
seguir para o resort e, só na volta, visitar a Chapada. Na volta para Brasília também
faríamos um pernoite em Barra do Garças. Não gostamos de viagens corridas, com
premência de tempo. Nossa rotina é de parar a cada 2 1/2 – 3 horas de estrada
para um café, estirar as pernas, sem pressa, parar para fotos ou compras se
virmos algo interessante. Se a distância é longa ou o tempo curto, começamos a
economizar nas paradas e então vira um estresse só! E nós viajamos para ter
prazer e relaxar.....
O primeiro dia então foi o deslocamento de
Brasília até Barra do Garças; foram 7 h de estrada. Se fossemos por Goiânia a estrada seria duplicada, porém mais
longa, mas fomos por Anápolis e Nerópolis (GO-222), e pegamos trecho bem ruim até a interseção da BR-070,
onde entramos na estrada duplicada até a cidade de Goiás Velho. Alguns trechos estavam bem
esburacados. Como sempre, paramos para piquenique na estrada.
Passamos em Aragarças e demos uma volta até o aeroporto. Cidade bem ruinzinha. Barra do Garças é bem melhor. Nos hospedamos no H. Colombo. O hotel é bem novo, mas a cama e os travesseiro são muito duros. O quarto apertado. Varanda inútil – não tinha nem uma cadeira! O café foi bom.
NEM TODO MUNDO TEM UMA CIDADE PARA CHAMAR DE SUA!!!
Passamos em Aragarças e demos uma volta até o aeroporto. Cidade bem ruinzinha. Barra do Garças é bem melhor. Nos hospedamos no H. Colombo. O hotel é bem novo, mas a cama e os travesseiro são muito duros. O quarto apertado. Varanda inútil – não tinha nem uma cadeira! O café foi bom.
Saímos ir para jantar no "Buteco do Bicudo". Rodízio de peixes – muitos peixes e pratos diferentes. Bom e preço correto. Lá eles servem uma “ventrecha de pacu”, que é tipo uma costela frita – bem gostoso.
O segundo dia foi o deslocamento até o Malai Manso Resort, que fica a 96 km ao norte de Cuiabá. A estrada estava muito boa. Cruzamos o coração do agronegócio brasileiro, com muitas fazendas, enormes plantações de soja, milho, algodão e outras, até onde a vista alcança. Algumas fazendas muito bonitas. Muitos silos. Duas cidades nos chamaram a atenção – Primavera do Leste e Campo Verde.
Paramos na estrada para um lanche e seguimos adiante e chegamos ao hotel por volta das 14 horas e ainda pegamos o almoço.








































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